Processando, aguarde...
Olá, eu sou a FIRMAR DIGITAL, uma plataforma completa para o seu negócio: assinatura eletrônica de documentos, gestão de contratos com faturamento recorrente e emissão de Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) — tudo em um só lugar, com mais praticidade e agilidade.
On-line do começo ao fim, de qualquer lugar do mundo
e com validade jurídica reconhecida.
Três módulos que trabalham juntos — contrate só o que precisar.
Documentos: envie PDFs, defina os signatários e colete assinaturas eletrônicas com validade jurídica.
Contratos: cadastre seus contratos, gere o faturamento recorrente e acompanhe reajustes e renovações.
Nota Fiscal: emita e autorize suas NFS-e, com cálculo automático de impostos e envio ao cliente.
Ao enviar um documento para assinatura, é assim que a experiência acontece para quem vai assinar:
Você receberá um e-mail com o acesso ao documento.
Visualize o documento e preencha os dados solicitados no final da tela.
Desenhe a sua assinatura no local indicado e clique em assinar
Você receberá um código de verificação em seu e-mail. Confirme esse código e PRONTO. Parceria firmada com sucesso.
Monte seu plano por módulo — contrate só o que usar. Cada módulo tem seus próprios planos e franquia mensal.
Envio e assinatura eletrônica de documentos.
Até 5 documentos por mês.
Até 30 documentos por mês.
+ R$ 0,75 por excedente
Até 100 documentos por mês.
+ R$ 0,50 por excedente
Documentos ilimitados.
Sem excedente
Emissão de NFS-e e gestão/faturamento de contratos
Até 2 NFs por mês.
Até 30 NFs por mês.
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Até 50 NFs por mês.
+ R$ 2,99 por excedente
NFs ilimitadas.
Sem excedente
Normalmente, quando nos deparamos com assinatura eletrônica e assinatura digital, logo surge uma dúvida: qual a diferença entre as duas? Embora estejam correlacionadas, sendo ambas para firmar um documento e possuindo validade jurídica, elas possuem algumas diferenças relevantes.
Inicialmente, podemos dizer que a assinatura eletrônica é como se fosse uma “árvore”, sendo a assinatura digital um de seus “galhos”; dentre os outros galhos, podemos citar as assinaturas que utilizam usuário/senha, tokens, GPS, ou seja, a assinatura eletrônica é o termo amplo para todo e qualquer tipo de assinatura no mundo virtual.
Então, o que seria a assinatura digital?
Assinatura digital é aquela realizada através de um certificado digital (e-CNJP, e-CPF, etc.). Esse tipo de assinatura usa operações matemáticas para fazer a criptografia das informações, utilizando uma chave privada (que identifica o autor do documento) e uma chave pública (que é utilizada para validar a chave privada).
Para a utilização dessa modalidade é obrigatório o uso de algum certificado digital, sendo que este só poderá ser emitido por alguma Autoridade Certificadora, que esteja devidamente licenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia de Informação.
E a assinatura eletrônica?
Assinatura eletrônica é aquela realizada sem o uso de um certificado digital, usando outras formas de autenticação, visando garantir a identidade fidedigna de quem está assinando.
Com a edição da Medida Provisória 2.200-2 de 2001, todas as modalidades passaram a deter validade jurídica. A partir daí, passou-se a utilizar outros formatos de assinatura eletrônica - não somente a digital - com redução de custos, haja vistas a desnecessidade da emissão de certificado digital. Esta é a modalidade proposta pela Firmar Digital.
Com a entrada em vigor da Medida Provisória 2.200-2 de 2001, que instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-BRASIL, passou-se a considerar como válida e juridicamente possível as assinaturas que não necessitam da utilização de um certificado digital. Assim, vejamos a norma legal, em seu Art. 10, § 2º:
“O disposto neste Medida Provisória não obsta a utilização de outro meio de comprovação da autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não emitidos pela ICP-Brasil, desde que admitidos pelas partes como válido ou aceito pela pessoa que for oposto o documento”.
Desta forma, a Medida Provisória deixa claro que certificados emitidos pela ICP-Brasil não são os únicos meios para a comprovação da autoria, validade e integridade das assinaturas eletrônicas.
Além dessa Medida Provisória que vigora desde 2001, foi aprovada pela Câmara a Medida Provisória 983/2020, que tem como objetivo a desburocratização e facilitação do uso de documentos assinados digitalmente, ampliando o acesso a serviços públicos digitais; vindo a se consolidar na Lei 14.063/20, que ampliou ainda mais o escopo de documentos aceitos pelo próprio Governo Federal.
Com isso, podemos concluir que a assinatura eletrônica é uma forma menos onerosa de assinatura, eis que dispensa a emissão do certificado digital, completamente válida juridicamente e a cada dia sendo mais usada pelas empresas públicas e privadas, com a modernização dos processos e procedimentos, prezando pela segurança, transparência, agilidade e assegurando a validade necessária dos documentos.
Contratos espalhados em planilhas e pastas custam caro: prazos que passam despercebidos, reajustes esquecidos e faturamento feito na mão, mês após mês. Controlar seus contratos é ter previsibilidade de receita e deixar de perder dinheiro por falta de acompanhamento.
Com o módulo de Contratos da Firmar, você organiza tudo em um só lugar e ganha:
Na prática, você troca o retrabalho manual por um processo automático, seguro e previsível — do contrato ao recebimento.
O emissor nacional resolve a emissão avulsa: uma nota de cada vez, com todos os dados digitados manualmente. Isso funciona para pouco volume — mas, conforme sua operação cresce, o trabalho em volta da nota é que consome tempo e gera erro. É exatamente aí que a Firmar ajuda:
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